ENCONTRO MARCADO    
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MILLÔR FERNANDES

Crônicas
Eva sem Costela - Um livro em defesa do homem (com o pseudônimo de Adão Júnior). Rio de Janeiro: Editora O Cruzeiro, 1946.
Tempo e Contratempo (com o pseudônimo de Emmanuel Vão Gôgo). Rio de Janeiro: Editora O Cruzeiro, 1949.
Lições de um ignorante. Rio de Janeiro: J. Álvaro Editor, 1963.
Fábulas fabulosas, Rio de Janeiro: J. Álvaro Editor, 1964 (edição revista e ilustrada - Editora Nórdica, 1973) 
Esta é a verdadeira história do paraíso. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1972
Trinta anos de mim mesmo. Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1972
Livro Vermelho dos Pensamentos de Millôr - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1973 (edição revista e ampliada - Senac, 2000)
Compozissõis Imfãtis - Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1975
Livro Branco do Humor - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1975
Devora-me ou te decifro - Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1976
Millôr no Pasquim  - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1977
Reflexões sem dor - Rio de Janeiro: Edibolso,1977
Novas fábulas fabulosas - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1978
Que país é este? - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1978
Todo homem é minha caça - Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1981
Diário da nova república, três volumes - Rio de Janeiro: L&PM Editores, 1985 e 1988
Eros uma vez - Rio de Janeiro: Editora Nórdica,1987
The cow went to the swamp ou A vaca foi pro brejo - Editora Record, 1988
Humor nos tempos do Collor - L&PM Editores, 1992 com Luis Fernando Verissimo e Jô Soares
Millôr definitivo - A bíblia do caos –L&PM Editores, 1994
Amostra bem-humorada - Ediouro,1997
Crítica da razão impura ou O primado da ignorância - Sobre Brejal dos Guajas, de José Sarney, e Dependência e desenvolvimento na América Latina, de Fernando Henrique Cardoso - L&PM Editores, 2002
100 fábulas fabulosas - Editora Record, 2003
Apresentações - Editora Record, 2004

Poesia
Papaverum Millôr - 1967, Prelo (edição revista e ilustrada - Editora Nórdica, 1974) 
Hai-kais - Editora Senzala, 1968
Poemas - L&PM Editores, 1984

Teatro
Teatro de Millôr Fernandes [inclui Uma mulher em três atos (1953), Do tamanho de um defunto (1955), Bonito como um deus (1955) e A gaivota (1959)]. Civilização Brasileira.
Um elefante no caos ou Jornal do Brasil ou, sobretudo, Por que me ufano do meu país. 1962, Editora do Autor
Pigmaleoa. 1965, Editora Brasiliense
Computa, computador, computa. 1972, Editora Nórdica
É... - 1977, L&PM Editores
A história é uma istória. 1978, L&PM Editores
O homem do princípio ao fim. 1982, L&PM Editores
Os órfãos de Jânio.1979, L&PM Editores
Duas tábuas e uma paixão. 1982, L&PM Editores (nunca encenada)

Espetáculos Musicais
Pif-Paf - Edição extra!. 1952 (com músicas de Ary Barroso)
Esse mundo é meu. 1965 (em parceria com Sérgio Ricardo)
Liberdade, liberdade. 1965 (em parceria com Flávio Rangel)
Memórias de um sargento de milícias. 1966 (com músicas de Marco Antonio e Nelson Lins e Barros)
Momento 68. 1968
Mulher, esse super-homem. 1969
Bons tempos, hein?! 1979 (publicada pela L&PM Editores)
Vidigal: Memórias de um sargento de milícias. 1982 (com músicas de Carlos Lyra)
De repente. 1984
O MPB-4 e o Dr. Çobral vão em busca do mal .1984
Brasil! Outros 500 - Uma PopÓpera (com músicas de Toquinho e Paulo César Pinheiro)

Traduções
Traduziu dois romances, A estirpe do dragão (Dragon seed), de Pearl S. Buck, 1942, José Olympio Editora, Rio de Janeiro, e Nunca saí de casa (I never left home), de Bob Hope, 1945, O Cruzeiro, Rio de Janeiro.
Traduziu quase 80 textos dramáticos, sendo que 17 foram publicados. Começou com Megera domada, de W. Shaksperare (1961), passando por Pigmaleão, de G. Bernard Shaw (1963), Escola de Mulheres, Molière (1965), A volta ao lar de Harold Pinter (1967), Senhor Puntila e seu criado Matti, de Bertold Brecht (1976), Quem tem medo de Virgínia Wolf, de Edward Albee (1978), Gata em telhado de zinco quente, de Tennessee Williams.(1980), As lágrimas amargas de Petra Von Kant, de R. Fassbinder, O jardim das cerejeiras, de Anton Tchekov, e dezenas de outros textos, a maioria encenada, com muito sucesso.

Exposições
1957 - Museu de Arte Moderna - Rio.
1961 - Petite Galerie - Rio.
1975 - Galeria Grafitti - Rio.
1977 - "Visão da Terra" no Museu de Arte Moderna - Rio.

Roteiros para cinema
1952 - Modelo 19. Lançado como O amanhã será melhor, também conhecido como Uma ponte de esperança.. Direção de Armando Couto.
1960 - Amor para três. Direção de Carlos Augusto Christensen.
1960 - Ladrão em noite de chuva. Direção de Armando Couto.
1962 - Esse Rio que eu amo. Direção de Carlos Augusto Christensen.
1965 - Crônica da cidade amada. Direção de Carlos Augusto Christensen.
1967 - O menino e o vento. Direção de Carlos Augusto Christensen.

Em parceria
1995 - O judeu. Com Geraldo Carneiro e Gilvan Pereira. Direção de Jom Tob Azulay.
1998 - Mátria. Com Geraldo Carneiro e Jom Tob Azulay (Ainda não filmado – 2004).

Colaboração
1995 - Terra estrangeira. Direção de Walter Salles e Daniela Thomas (diálogos adicionais).

Adaptação para a TV
1995 - Memórias de um sargento de milícias. Baseado no musical Vidigal. Direção de Mauro Mendonça Filho, Rede Globo de Televisão - 1995.

Ilustrações
Maurício, o leão de menino, de Flávia Mari. São Paulo - 1981 - Summus.
Sapomorfose ou O príncipe que coaxava, de Cora Rónai. Rio de Janeiro - 1983 - Salamandra.
O caderno rosa de Lori Lamby de Hilda Hilst. São Paulo - 1990 - Massao Ohno
O menino, de João Uchoa Cavalcanti Netto. Rio de Janeiro - 2003 - Editora Rio.

Prêmios
1949 - O filme O amanhã será melhor (seu primeiro roteiro de cinema), ganha cinco prêmios Governador do Estado de São Paulo, incluindo o de melhores diálogos (para Millôr).
1958 - Melhor cenógrafo do Serviço Nacional de Teatro pela montagem de As Guerras do Alecrim e da Manjerona, de Antônio José da Silva, o judeu (1705 - 1739)
1955 - Divide com o desenhista norte-americano Saul Steinberg o primeiro lugar da Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires, Argentina
1960 - Melhor autor da Comissão Municipal de Teatro pela peça Um elefante no caos , que lhe rendeu o prêmio de “Melhor Autor” da Comissão Municipal de Teatro
1978 - Recebe homenagem no 5º Salão de Humor de Piracicaba (SP)