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MILLÔR FERNANDES

Sobre o livro Hai-Kais
Por Amador Ribeiro Neto

Em Millôr densidade, secura, economia e comunicabilidade poética brilham diamantes.
Os Hai-Kais de Millôr são um verdadeiro presente de papai Noel. Certo; um papai Noel saído da canção de Assis Valente, a quem se pede a felicidade, duvidando. Mas de quem se recebe toda a beleza da poesia.  E Millôr dá as mãos a Assis Valente. 
(...) Uma das inteligências mais agudas deste país. Sensível e iluminado. 
(...) É Millôr Fernandes, mais conhecido como humorista.  Na verdade, um fino pensador brasileiro.  E, agora, poeta. Quer dizer, poeta sempre foi; a reunião dos hai-kais e a publicação em livro é que consolidam um poeta e seu livro de poemas ? até então disperses. 
O titulo do livro? Hai-Kais, simplesmente. Seleção dos 93 mais expressivos hai-kais que Millôr compôs nos últimos 30 anos. Um lançamento rigoroso da editora Nórdica para um belíssimo projeto gráfico de Vilmar Rodrigues. 
(...) Millôr impõe-se (de leve, pela contra mão) um poeta da linha de frente da atual poesia brasileira.
In: Jornal de Poesia/ Revista Agulha (on line)

* Professor de Teoria da Literatura na UFPB e doutorando em Semiótica na PUC-SP

Sobre Millôr
Por Augusto Nunes

Millôr Fernandes é conhecido como um dos grandes humoristas que o Brasil já conheceu. Mas ele também tem várias outras atividades. (...) é também autor de peças de teatro, tradutor, é artista plástico, é escritor e tudo somado, embora talvez o Millôr não goste dessa definição, porque tem o saudável hábito de se olhar com ironia, Millôr é um pensador e um dos mais notáveis pensadores deste país.
In: Programa Roda Viva (TV Cultura) obtido no site do Programa (Memória Viva)

Sobre o livro A viúva imortal

(...) Inspirado na fábula "A viúva de Ephesus", atribuída ao satirista romano Petrônio (27–66), Millôr deu contemporaneidade e humor a um texto clássico, sem desviar-se da época. Nesta peça escrita em 1967, o autor utilizou-se da farsa para buscar na História elementos que lhe possibilitaram criticar o comportamento militar, sexual e religioso de um período atual.
Segundo o escritor Fausto Wolff, que assina a apresentação do livro, esta é uma das melhores comédias já escritas no teatro brasileiro. Para Wolff, "na peça de Millôr, cada frase proferida no palco possui vida própria, tem seu sentido e sua razão intrínsecas e pode ser analisada isoladamente. E – apesar disso – forma com as demais frases uma unidade perfeita e esta unidade chama-se teatro".
Millôr Fernandes é um dos nomes chaves do teatro brasileiro. Sua obra teatral é vasta e reúne mais de cem peças, incluindo textos originais e traduções. Estreou muito cedo no jornalismo, do qual veio a ser um dos mais combativos exemplos no Brasil. (...)
In: L&PM Editores em 18/6/2009

Sobre os livros Novas fábulas fabulosas e Contos fabulosos 

Decano da imprensa brasileira, Millôr Fernandes tem lançamento duplo nas livrarias: Novas fábulas fabulosas e Contos fabulosos reúnem os trabalhos publicados no Pasquim, Pif Paf e Veja – revista onde ainda é colaborador –, com um diferencial: ilustrações de Angeli. Contos Fabulosos traz mais de 100 narrativas curtas, algumas parodiando ícones da literatura brasileira. Já Novas fábulas fabulosas subverte o propósito grego de divulgar ensinamentos morais com amostras da imoralidade brasileira. Os desenhos de Angeli, em grafite, são inéditos
In: Revista Comunique-se, 15/10/2007